Agora que o Natal já lá vai ( ou não, visto ser Natal quando um homem quiser) descobri este teste no blog da minha imã e vá de tentar a ver o que dava. O resultado é tal e qual o que sinto pois isto do Natal já me cansa; se não fosse pela minha filha que adora esta quadra pegava mas é na família e com o dinheiro que se gasta em prendas ia fazer umas belas férias num destino tropical com muito sol e praaaiiaaa...
O meu espírito natalício - Pontuação: 15 Pontos
O Natal nem o(a) aquece nem arrefece, apesar do frio que geralmente se costuma sentir nesta época. Há alturas em que se entusiasma com a decoração da árvore e com a compra e a escolha dos presentes. Mas, depois, há outras em que o consumismo desenfreado e a loucura natalícia com que se depara à sua volta quase o(a) deprimem... O seu estado de espírito vacila entre estes dois extremos. A maioria das vezes acaba por se deixar levar e viver (até com alguma efusão) todo o folclore da quadra. Mas, quando chega o dia 26, sente-se aliviado(a) por já ter terminado...
Fonte: Sapo Mulher
Sendo o Natal uma época especial para as crianças, o Natal na BA6 no Montijo tem algo de muito particular pois além da festa e das prendas é o único sitio que conheço em que o Pai Natal chega de helicóptero e não de trenó.
É sempre um dos momentos mais esperados e este ano não foi excepção. a Sofia que é assídua participante há já 4 anos nesta festa e gosta muito de vir até ao trabalho do papá como ela diz.
Depois de ter sido a escolha do editor e Best Seller do New York Times e considerado também o melhor livro do ano pela Publisher Weekly chegou ás salas portuguesas "Crepúsculo" (Twilight na versão original), a adaptação do Romance de Stephen Meyer. Eu como sou fã de filmes de vampiros gostaria muito de ver este filme mas o cinema é actualmente caro de mais e temos que seleccionar muito bem os filmes; já bastam as Barbies, Wynx´s, Pandas e sei lá mais o quê.....
Neste fim de semana frio e chuvoso estive a ver este filme e como é passado numa ilha grega cheia de sol e belas praias fiquei logo a imaginar-me naquelas paragens, ou noutras igualmente quentes. Bom, sonhos á parte, o filme é bonzinho; vê-se bem e atendendo que nenhum dos actores é cantor nem tem aspirações a tal o resultado final é bastante satisfatório.
A música é agradável pois Abba é daquelas musicas que se ouvem por anos e anos e parecem que nunca perdem a graça.
Recomendo.

Já começo a estar farto de escrever sobre os desaires do Benfica, o que só pode significar que a coisa não vai nada bem. Ontem mais uma desilusão, quando podíamos ter chegado ao topo o nosso aprendiz de Ricardo deu mais um "frango" e lá ficámos a ver os "carrapaus" a fazerem a festa mesmo, mesmo no cair do pano.
Acho que já vai sendo hora do Moreira ter a sua oportunidade.
Ontem á noite passou um filme de terror na Zon e ainda por cima em horário nobre; a história passou-se na Grécia e contava a história de 11 pretensos jogadores de futebol que se disfarçaram de bravos guerreiros para invadir o reino helénico; só que os gregos não foram em teatros nem na história do cavalo de Tróia e assim, ainda mal tinham acabado de se ouvir as pancadas de Mouliére já os guerreiros gregos abriam uma brecha no forte lusitano, e logo a seguir outra e depois outra, isto com tal violencia que mais parecia que estavam a ser bombardeados por catapultas. E a história continuou até que os lusitanos depois de mais duas bombas em cheio abdicaram da sua conquista europeia e voltaram para o seu reino.
O mais acertado seria uma tragédia grega mas as imagens eram tão assustadoras que tiveram que reclassificar o filme.
Já na quarta-feira tínhamos assistido a 11 passarinhos em campo contra o Barcelona e ontem foram os 11 patinhos. Os gregos chamaram-lhes um figo....
Para aqueles que não conhecem, e também para os que conhecem recordarem mais uma excelente musica deste excelente filme.
Estive a rever este filme (é um dos meus favoritos) e fico sempre com uma imensa nostalgia pois adoro o filme e ao mesmo tempo traz-me á memória tempos de juventude, o rock´n roll puro e com ele grandes canções. E aquela Diane Lane era mesmo, mesmo hot!!
Se há filmes que permanecerão para sempre na minha memória este é um deles.
Fiquei ontem até quase ás duas da madrugada para ver uma selecção miserável e sem ponta onde se lhe pegue. Não jogaram nada, foram literalmente atropelados pelo enorme futebol do Brasil e quanto ao auto-proclamado 1º,2º e 3º"melhor do mundo" até dava dó....

E o jogo até começou bem para as nossas cores, com um golo de Danny a desviar um remate de Bruno Alves. Mas não deu para gerir a vantagem. Nem para gerir o que quer que fosse. Os gerentes da defesa estiveram em noite não. Pepe, por exemplo, foi uma desgraça e esteve nos dois primeiros golos do Brasil. Primeiro, ao complicar lance fácil, depois a ser batido pela execução de Fabiano. Ao intervalo, o "escrete" ganhava por 2-1 e o resultado já era lisonjeiro para Portugal, uma vez que Robinho e Kaká tinham falhado cada qual a sua ocasião.
Para estancar a velocidade dos brasileiros, Queiroz fez entrar Meireles para o lugar de Tiago, ao mesmo tempo que o muito esforçado Danny dava o lugar ao veloz Nani. A tudo isso respondeu o Brasil com mais dois golos. Maicon a meter a bola pelo buraco da agulha, ludibriando Quim, e, a seguir, Fabiano, outra vez, numa recarga oportuna, e sem marcação. Terceiro golo consentido pelos centrais.
Um passe de Deco, isolando Simão, permitiu a este o reduzir da desvantagem. O que foste fazer! De novo, o gigante brasileiro se empertigou e foi a vez então de Elano reeditar o golo de Maicon, num remate cruzado quando Quim esperaria o centro. Mesmo a encerrar a festa, um centro largo de Marcelo foi aproveitado pelo anafado Adriano para, de cabeça, ali nas barbas dos centrais, e apesar dos quilos a mais, fixar o resultado da partida.
Pelo que atrás fica dito, percebe-se que pouca gente se salvou do descalabro. O sector defensivo terá rubricado a pior exibição dos últimos, vá lá, sem exageros, 30 anos. Na retina, ficaram apenas alguns apontamentos de Bosingwa. No meio, salvou-se Deco, mas longe do nível a que já nos habituou, e, na frente, uns fogachos de Ronaldo e a raça de Nani, o que, por junto, foi muito pouco.
No Brasil, o grande líder foi Kaká, mas toda a equipa, com uma dinâmica bem diferente da nossa, esteve em bom plano, com destaque para a dupla da frente Robinho-Fabiano, de facto, de outra galáxia. À técnica e velocidade exibidas, este Brasil juntou-lhe, contudo, agressividade a mais em certos lances, o que poderia ter feito descambar o jogo para um registo menos agradável.
Falta dizer que faz hoje precisamente 53 anos exactos que a selecção tinha sofrido pela última vez seis golos (com a Suécia, em Lisboa, também 2-6). Um resultado que, se já então era arrepiante, hoje, face ao patamar a que Portugal já ascendeu, é de todo inaceitável.
Não parece mas o Noddy tem quase 60 anos, e a neta da escritora já prometeu editar um novo livro do Noddy para comemorar o 60º aniversário do boneco, com ilustrações a cargo de Robert Tyndall, que é o desenhista do boneco desde 1953.
O primeiro livro de Enid Blyton onde surge o Noddy, data dos anos quarenta, foi escrito em 1948, intitula-se Little Noddy Goes to Toyland e foi publicado pela primeira vez em 1949.
Nele se explica a origem do Noddy (muita gente não conhece) - o Noddy foi esculpido por um carpinteiro mas fugiu após o carpinteiro ter começado a esculpir um leão de madeira pois tinha medo dele. Andava a vaguear através dos campos, sem roupa, dinheiro ou casa quando conheceu o Orelhas. Este decide então que sendo Noddy um brinquedo deve ir para a cidade dos brinquedos e assim arranja-lhe roupa e uma casa. Quando começa a viver na cidade dos brinquedos os outros habitantes da cidade estão com duvidas se ele será mesmo um brinquedo e assim Noddy tem que provar que é mesmo um brinquedo. Depois de algum tempo é declarado brinquedo mas agora tem que provar que é um bom brinquedo a um juiz. Este declara Noddy um bom brinquedo após uma boneca testemunhar em sua defesa alegando que ele salvou a sua filha de um leão. Assim Noddy é autorizado a morar na cidade dos brinquedos e como todos sabemos torna-se o taxista da cidade. E já lá vão 60 anos.....
Já fomos ver o filme e embora sendo um filme mais para "teenagers" a minha filha gosta imenso e assim lá a levámos a ver o "senior year". Dos três é o melhor de todos e a qualidade Disney está ali bem presente. Ah! e os miudos têm muito talento.
Já assisti também ao Camp Rock mas este é de longe superior.
1978 & 2008
1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.
Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas
1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Manuela Moura Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.
Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas
1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalina. O Jaime parece um zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.
Situação: O Luís parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai pega um cinto e espeta-lhe umas chicotadas
1978: O Luís tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
2008: Prendem o pai do Luís por maus-tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o 'Você na TV' do Manuel Luís Goucha.
Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora, Maria, encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar
1978: Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia
Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado 'chocolate' ao outro
1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.
2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revoltar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação: Tens que fazer uma viagem de avião
1978: Viajas num avião de TAP, dão-te de comer, convidam-te a beber seja o que for, tudo servido por hospedeiras de bordo espectaculares, num banco que cabem dois como tu.
2008: Entras no avião a apertar o cinto nas calças, que te obrigaram a tirar no controle. Enfiam-te num banco onde tens de respirar fundo para entrar e espetas o cotovelo na boca do passageiro ao lado e se tiveres sede o hospedeiro amaricado apresenta-te um menu de bebidas com os preços inflacionados 150%, só porque sim. E não protestes muito, senão, quando aterrares, enfiam-te o dedo mais gordo do mundo pelo cú acima para ver se trazes drogas.
Situação: Fazias uma asneira na sala de aula
1978: O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque 'alguma deves ter feito...!'
2008: Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.
Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno
1978: Não se passa nada.
2008: As pessoas sofrem de distúrbios de sono e depressão.
Situação: O fim das férias
1978: Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.
2008: Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.
O Cebola já chora, por agora foi só o vidro do carrinho mas se perdem mais uma vez ou duas lá vai o resto.
Ainda vai chorar muito de saudades dos adeptos da Luz. Ele bem pediu "respeito" mas isso é coisa que não abunda por aqueles lados...
Não tenho pena nenhuma deste rapaz, e só espero que faça uma temporada mesmo ruinzinha. "Pesetero!!"
Um artigo na revista Visão, do Ricardo Araújo Pereira despertou-me a atenção pois já tinha tido este pensamento umas poucas de vezes e até agora ainda não consegui compreender bem a lógica da coisa mas afinal há mais pessoas como eu.
A minha questão/dúvida é a seguinte: ainda há pouco tempo os bancos anunciavam lucros de milhões e milhões de €€€€ (mas eram milhares de milhões) e agora já admitem recorrer ao "empréstimo" do estado de alguns milhõesitos através de uma garantia bancária qualquer que o ministério das Finanças vai disponibilizar; então no tempo de vacas gordas encheram o bandulho e agora no tempo das vacas magras sou eu que tenho de os financiar através do Estado?? Há aqui qualquer coisa que não bate muito certo....
Deixo aqui o artigo em questão para que leiam pois está muito bom:
A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada
Quando, no passado domingo, o Ministério das Finanças anunciou que o Governo vai prestar uma garantia de 20 mil milhões de euros aos bancos até ao fim do ano, respirei de alívio. Em tempos de gravíssima crise mundial, devemos ajudar quem mais precisa. E se há alguém que precisa de ajuda são os banqueiros. De acordo com notícias de Agosto deste ano, Portugal foi o país da Zona Euro em que as margens de lucro dos bancos mais aumentaram desde o início da crise. Segundo notícias de Agosto de 2007, os lucros dos quatro maiores bancos privados atingiram 1,137 mil milhões de euros, só no primeiro semestre desse ano, o que representava um aumento de 23% relativamente aos lucros dos mesmos bancos em igual período do ano anterior. Como é que esta gente estava a conseguir fazer face à crise sem a ajuda do Estado é, para mim, um mistério. A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.
Tendo em conta que, depois de anos de lucros colossais, a banca precisa de ajuda, há quem receie que os bancos voltem a não saber gerir este dinheiro garantido pelo Estado. Mas eu sei que as instituições bancárias aprenderam a sua lição e vão aplicar ajuizadamente a ajuda do Governo. Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.
Ricardo Araújo Pereira, na Visão
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